sexta-feira, 31 de agosto de 2007
É só isso.
não tem mais jeito
acabou
boa sorte
não tenho o que dizer
são só palavras
e o que eu sinto não mudará
tudo o que quer me dar
é demais
é pesado
nao há paz
tudo o que quer de mim
irreais expectativas
desleais
That it.
there´s no way
it´s over
good luck
i have nothing left to say
it´s only words
and what i feel won´t change
everything you want from me
isn´t real expectations
não tem mais jeito
acabou
boa sorte
não tenho o que dizer
são só palavras
e o que eu sinto não mudará
tudo o que quer me dar
é demais
é pesado
nao há paz
tudo o que quer de mim
irreais expectativas
desleais
That it.
there´s no way
it´s over
good luck
i have nothing left to say
it´s only words
and what i feel won´t change
everything you want from me
isn´t real expectations
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
A minha amiga S. já andava preocupada com o pai há umas semanas, quando o notou bem mais magro e depois de este lhe confessar que não tinha vontade de comer.
Hoje soube a triste notícia.
A ecografia ao fígado sentenciou um cancro. Mais grave, é que não é no fígado, o que significa que já vem de outro orgão.
É angustiante. E para ela que já assistiu ao triste fim da mãe em circunstâncias iguais.
Porquê? Porque tem de ser assim?
Eu sei que todos temos de partir um dia, mas porquê com esta merda de doença para a qual demoram eternidades para descobrir a sua cura?
Porque se perde tempo em investigações em milho trangénicos, na clonagem da ovelha Dolly e o raio que os parta a todos(não me ocorre mais nada de momento) e não se canaliza todos esses esforços para a cura desta enfermidade?
Caraças pá. Isto deixa-me deveras fora de mim.
Hoje soube a triste notícia.
A ecografia ao fígado sentenciou um cancro. Mais grave, é que não é no fígado, o que significa que já vem de outro orgão.
É angustiante. E para ela que já assistiu ao triste fim da mãe em circunstâncias iguais.
Porquê? Porque tem de ser assim?
Eu sei que todos temos de partir um dia, mas porquê com esta merda de doença para a qual demoram eternidades para descobrir a sua cura?
Porque se perde tempo em investigações em milho trangénicos, na clonagem da ovelha Dolly e o raio que os parta a todos(não me ocorre mais nada de momento) e não se canaliza todos esses esforços para a cura desta enfermidade?
Caraças pá. Isto deixa-me deveras fora de mim.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Nostalgia
Hoje deu-me pra isto.
Lembrar os meus anos de secundária ali para Benfica.
Que saudades desses tempos...
Amigos para a vida. Muitos ficaram algures por aí perdidos pelas circunstâncias da vida. Ou simplesmente porque sim. Outros que não sei deles mas ao mesmo tempo que estão lá.
A união entre nós, a cumplicidade, aquelas saídas à noite até às 4 da manhã, (sim era a hora limite que tínhamos)... O regresso de taxi, as corridas da paragem do taxi no marco do correio até casa. As visitas de estudo de 2 ou 3 dias aiiii que bem sabia estar juntos e longe de casa....Os intervalos no terraço, as corridas ao bar, os croissants com fiambre e que bons....as passagens de ano sempre juntos onde fosse....as férias onde fosse...os primeiros namoros sérios, o nosso crescimento em conjunto.
Depois, tinha chegado a hora. Último dia de aulas 12º ano.
As fotos que tirámos, as lágrimas que cairam, uma dor profunda na alma, uma solidão.
As palavras que partilhamos entre todos. Escrevemos até (onde andará isso?)
Que sorte por ter passado por tão bons momentos.
Já lá vão mais de 10 anos.
E tanto se passou entretanto.
Algumas destas pessoas fazem parte do meu dia-a-dia. Felizmente. As férias de agora são muitas vezes partilhadas. E ao longo dos anos têm continuado as alegrias, as tristezas, os namoros, os casamentos, os divórcios, os primeiros filhos, os segundos filhos.
Que bom ter boas recordações e principalmente continuar com os mesmos amigos.
Gosto muito de vocês.(que lamechas hein?)
Lembrar os meus anos de secundária ali para Benfica.
Que saudades desses tempos...
Amigos para a vida. Muitos ficaram algures por aí perdidos pelas circunstâncias da vida. Ou simplesmente porque sim. Outros que não sei deles mas ao mesmo tempo que estão lá.
A união entre nós, a cumplicidade, aquelas saídas à noite até às 4 da manhã, (sim era a hora limite que tínhamos)... O regresso de taxi, as corridas da paragem do taxi no marco do correio até casa. As visitas de estudo de 2 ou 3 dias aiiii que bem sabia estar juntos e longe de casa....Os intervalos no terraço, as corridas ao bar, os croissants com fiambre e que bons....as passagens de ano sempre juntos onde fosse....as férias onde fosse...os primeiros namoros sérios, o nosso crescimento em conjunto.
Depois, tinha chegado a hora. Último dia de aulas 12º ano.
As fotos que tirámos, as lágrimas que cairam, uma dor profunda na alma, uma solidão.
As palavras que partilhamos entre todos. Escrevemos até (onde andará isso?)
Que sorte por ter passado por tão bons momentos.
Já lá vão mais de 10 anos.
E tanto se passou entretanto.
Algumas destas pessoas fazem parte do meu dia-a-dia. Felizmente. As férias de agora são muitas vezes partilhadas. E ao longo dos anos têm continuado as alegrias, as tristezas, os namoros, os casamentos, os divórcios, os primeiros filhos, os segundos filhos.
Que bom ter boas recordações e principalmente continuar com os mesmos amigos.
Gosto muito de vocês.(que lamechas hein?)
Boa sorte / Good luck - parte II
Eh pá já disse que adoro esta música?
Caramba que não me sai do ouvido.
Espero que não passe a toda a hora na rádio para não me fartar.
Caramba que não me sai do ouvido.
Espero que não passe a toda a hora na rádio para não me fartar.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Boa sorte / Good luck
Já tinha lido qualquer coisa desta Vanessa da Mata.
Colocam-na num triangulo juntamente com Adriana Calcanhoto e Marisa Monte.
Para já gostei imenso desta música.
Aliás achei um espectáculo ou não adorasse eu música brasileira.
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