Num destes fins de semana, houve aqui pelas nossas bandas, recolha de sangue e de registo de possíveis dadores de medula óssea.
Ora como o T. é dador claro que não podia faltar.
No entanto, e depois de um questionário, lá lhe disseram que durante um ano não poderia dar sangue, dado que estivemos na Jamaica e há alguns casos de malária.
Hummm ainda bem que nos disseram que não eram precisas vacinas antes de ir hummmm.
Por falar nela, a "nossa" Jamaica que saudades.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Sentença de vida
Assiti a ao programa Sentença de vida exibido agora mesmo na SIC.
Tratava de uma menina de 11 anos que aos 9 teve um AVC, foi reanimada e vive hoje em estado vegetativo.
Ando de facto muito susceptível e estas coisas emocionam-me mais do que o habitual.
Fiquei enjoada e estou na dúvida que o comi ao jantar ficará por aqui muito mais tempo.
Às vezes pergunto-me porque faço eu questão de ver estes casos da vida se sei que me impressionam tanto.
Foi ISTO
Tratava de uma menina de 11 anos que aos 9 teve um AVC, foi reanimada e vive hoje em estado vegetativo.
Ando de facto muito susceptível e estas coisas emocionam-me mais do que o habitual.
Fiquei enjoada e estou na dúvida que o comi ao jantar ficará por aqui muito mais tempo.
Às vezes pergunto-me porque faço eu questão de ver estes casos da vida se sei que me impressionam tanto.
Foi ISTO
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Porque me afecta tanto isto?
Fez ontem uma semana que faleceu o pai da amiga S.
Já aqui tinha dito que se descobriu que tinha aquela doença que nem posso ouvir falar chamada c-a-n-c-r-o. Dai até partir foram uns míseros 6 meses mais coisa menos coisa. Este acontecimento deixou como é natural a amiga S. de rastos. Pior ainda, também passou pelo mesmo com a mãe à uns anos.
Hoje soube que a sogra do P. faleceu do mesmo mal. Segunda-feira foi dado o diagnóstico e veredicto à família. 3 dias foi o tempo que tiveram para uma despedida.
E pergunto porque me afecta tanto isto?
Será pelo meu receio e angústia de perder alguém de quem gosto?
Sim certamente que sim.
É algo que temo e me aflige muito.
Não suporto perder mais ninguém.
Como é possível que não se descubra a porra da cura para esta enfermidade que nos leva os "nossos"?
Fez ontem uma semana que faleceu o pai da amiga S.
Já aqui tinha dito que se descobriu que tinha aquela doença que nem posso ouvir falar chamada c-a-n-c-r-o. Dai até partir foram uns míseros 6 meses mais coisa menos coisa. Este acontecimento deixou como é natural a amiga S. de rastos. Pior ainda, também passou pelo mesmo com a mãe à uns anos.
Hoje soube que a sogra do P. faleceu do mesmo mal. Segunda-feira foi dado o diagnóstico e veredicto à família. 3 dias foi o tempo que tiveram para uma despedida.
E pergunto porque me afecta tanto isto?
Será pelo meu receio e angústia de perder alguém de quem gosto?
Sim certamente que sim.
É algo que temo e me aflige muito.
Não suporto perder mais ninguém.
Como é possível que não se descubra a porra da cura para esta enfermidade que nos leva os "nossos"?
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Sinto-me cansada.
E não, não me estou a queixar das tarefas que neste momento me estão encarregues porque as faço com todo o prazer e dedicação.
O meu cansaço é do stress em que ando.
Amanhã faz uma semana que a minha vida anda numa roda viva desde que aquilo aconteceu.
Faz tb uma semana que me sinto impotente e nada consigo fazer para salvar quem tanto amo.
Felizmente tudo está a encaminhar-se mas ao ver a minha mãe fazer qualquer esforço físico, percebo que ainda está fraca e preocupo-me com alguma sequela que tenha ficado pelos pulmões já tão massacrados pelas crises de asma normais.
Tenho certeza que esta lição serviu para todos, quanto mais não seja para aproveitar melhor a companhia uns dos outros.
Amanhã faço anos e a minha mãe vai continuar internada.
Não me importo até porque não é o dia que mais ligo, mas quero que quando vier, venha recuperada. E essa é a prenda que peço para o meu aniversário. A minha mãe de volta sã e salva.
E não, não me estou a queixar das tarefas que neste momento me estão encarregues porque as faço com todo o prazer e dedicação.
O meu cansaço é do stress em que ando.
Amanhã faz uma semana que a minha vida anda numa roda viva desde que aquilo aconteceu.
Faz tb uma semana que me sinto impotente e nada consigo fazer para salvar quem tanto amo.
Felizmente tudo está a encaminhar-se mas ao ver a minha mãe fazer qualquer esforço físico, percebo que ainda está fraca e preocupo-me com alguma sequela que tenha ficado pelos pulmões já tão massacrados pelas crises de asma normais.
Tenho certeza que esta lição serviu para todos, quanto mais não seja para aproveitar melhor a companhia uns dos outros.
Amanhã faço anos e a minha mãe vai continuar internada.
Não me importo até porque não é o dia que mais ligo, mas quero que quando vier, venha recuperada. E essa é a prenda que peço para o meu aniversário. A minha mãe de volta sã e salva.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Dias muito negros
2007 acabou com horror.
Desde sexta-feira que os meus dias têm sido um pesadelo (ai tantas vezes o desejei).
A minha mãe fui de urgência em coma para o hospital e é indiscritível tudo o que passei.
Tudo causado por uma mistura explosiva que ela inalou de lixivia e desencrustrante.
Nunca na minha vida poderia imaginar viver horas tão dolorosas.
Pensei (eu e todos) que se iria embora. (Esteve tão perto, meu deus). Que me ia deixar. E eu que acho que ela é eterna.
Hoje já consigo ligar o pc porque felizmente hoje conseguiu respirar por ela mesma e não depender do ventilador. O receio que ela tinha desta máquina e tão dependente esteve dela.
Os próximos dias julgo já não serem de terror, embora eu continue a ter o coração nas mãos.
Uma coisa é certa, aprendi várias lições com tudo isto, mas uma delas foi de certeza que quero ( e espero de coração poder fazê-lo) aproveitar melhor a minha mãe, os meus pais.
Desde sexta-feira que os meus dias têm sido um pesadelo (ai tantas vezes o desejei).
A minha mãe fui de urgência em coma para o hospital e é indiscritível tudo o que passei.
Tudo causado por uma mistura explosiva que ela inalou de lixivia e desencrustrante.
Nunca na minha vida poderia imaginar viver horas tão dolorosas.
Pensei (eu e todos) que se iria embora. (Esteve tão perto, meu deus). Que me ia deixar. E eu que acho que ela é eterna.
Hoje já consigo ligar o pc porque felizmente hoje conseguiu respirar por ela mesma e não depender do ventilador. O receio que ela tinha desta máquina e tão dependente esteve dela.
Os próximos dias julgo já não serem de terror, embora eu continue a ter o coração nas mãos.
Uma coisa é certa, aprendi várias lições com tudo isto, mas uma delas foi de certeza que quero ( e espero de coração poder fazê-lo) aproveitar melhor a minha mãe, os meus pais.
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