quarta-feira, 2 de maio de 2007

O corpo humano como nunca o viu



Adorava ver esta exposição...mas porraaaaaaaaaa 21€????
Chulice.............
Ainda querem que os portugueses se cultivem. Arre.

O Palácio dos Condes do Restelo, em Lisboa, vai receber a partir de sábado uma das mais polémicas exposições sobre o corpo humano, a «Bodies Exhibition», onde se podem ver 17 cadáveres e 270 órgãos humanos conservados segundo a técnica de polimerização.

A exposição tem levantado críticas de vários sectores, que questionam a origem dos corpos e a forma como são apresentados.

Já os defensores contrapõem com a qualidade técnica e científica e a promoção de comportamentos saudáveis.

O presidente da Comissão Cientifica da exposição «O Corpo humano como nunca o viu», Francisco Castro e Sousa, lembrou que a organização do evento «não é benemérita», mas ajuda o público a ter «da forma mais real possível» a noção da complexidade do organismo e um comportamento pró-activo em relação à saúde.

Em declarações à Lusa, o Director do Departamento de Cirurgia dos Hospitais da Universidade de Coimbra sublinhou que um «conhecimento mais detalhado poderá potenciar comportamentos que protejam a saúde», já que em exposição vão estar pulmões afectados pelo fumo do tabaco, um coração afectado por uma AVC ou um fígado com cirrose.

«A exposição é de uma enorme dignidade e respeito para com os corpos e pode ser uma forma de estimular comportamentos, prevenir, detectar precocemente e chegar ao objectivo de curar», referiu.

«Um apelo um pouco mórbido»

Outro entendimento tem o director do Instituto de Medicina Legal de Lisboa, Jorge Costa Santos, ao manifestar alguma reserva sobre a exposição que funciona como «um apelo um pouco mórbido».

«[Visitar a exposição tem por base] uma motivação que não é científica, porque não acresce conhecimento. Haverá a satisfação de um apelo visual», analisou o médico, referindo que o público irá entender a mostra «mais como uma manifestação de arte» com base em material cadavérico e «não se irá sentir identificado».

«Pode-se dizer que eticamente é abusivo o uso do modelo e técnicas», disse à Agência Lusa.

Dúvidas sobre origem dos cadáveres

A exposição também tem sido criticada devido a dúvidas quanto à origem dos cadáveres.

Um farmacêutico do estado norte-americano de Massachusetts (Costa Leste), Aaron Ginsburg, criou um site dedicado ao itinerário da exposição e garante que os corpos foram alugados durante cinco anos por 25 milhões de dólares ao governo chinês.

Esta situação de não propriedade dos corpos deverá levar ao arquivamento de uma queixa judicial contra a Prime Exhibitions, (organizadora da exposição) referiu o crítico, em declarações à Lusa.

Ginsburg coloca ainda a hipótese de os corpos usados serem de prisioneiros, pobres, pessoas sem direitos e solitários.

«É um assunto de direitos humanos», argumenta o farmacêutico, contrariando os defensores do pendor educacional da exposição: «Um argumento na mesma linha seria dizer que um acidente de automóvel promove a segurança rodoviária».

O presidente do conselho médico e científico internacional da exposição, Roy Glover, tem insistido que apenas são usados corpos de pessoas que morreram de forma natural.

Ao jornal Seattle Post-Intelligencer, Glover afirmou que a universidade médica Dalian, parceira da Prime, recebe os corpos do governo chinês, ao abrigo da lei que prevê que os cadáveres não reclamados possam ser usados para estudos médicos.

Em Lisboa, os bilhetes variam entre os 14,50 euros para crianças até 12 anos, nos dias de semana, até aos 21 euros, o custo da entrada de um adulto, ao fim-de-semana. Há preços especiais para grupos e crianças até aos quatro anos não pagam.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Adeus

Adeus meu amor.
Assim me tratavas.
E assim proferi as minhas primeiras palavras.
Esse teu olhar azul
nunca na vida vou esquecer.
O carinho que me deste
As coisas que me ensinaste..
O tempo que me dedicaste.
As fotos que te tirei pensando que seriam as ultimas.
A preparação para o que se nunca se está preparado.
As emoções que tento esconder.
Nunca sairás do meu coração
Adeus meu amor.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Trombas trombas e mais trombas

É chato ter de levantar cedo. Sim é.
É chato ir trabalhar. Sim também.
E aturar as mesmas caras todos os dias? E de trombas? Uiiii
Dai-me paciência.
Porra.
Estou mesmo a precisar de férias.
E mudar, mudar mesmo.
Quero um novo objectivo para a minha vida, trabalhar para mim apesar de saber que me esperam muitas dores de cabeça.
Mas chegou a hora de arriscar.
Ai quem me dera arriscar.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Benuron



Só isto me apetece hoje.
Não é daquelas dores de cabeça do tamanho do mundo mas para lá caminha.
E por falar nisso é pra lá que vou já já.
Até amanhã.

terça-feira, 3 de abril de 2007

Como perco horas ao fds



Tham tham tham tham apresento a família mais amarela da tv...
Esta é a série que me faz perder horas do meu fim de semana logo pela manhã.
Vejo um e depois penso veo só mais um e vou tomar banho e arranjar mas nao...vejo 4 ou todos os que dão.
É viciante caramba.
Na altura em que esta série era transmitida na nossa tv confesso que não lhe ligava nenhuma, agora tou a pensar passar na fnac e ver se existe compilação.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Music and lyrics



Este foi o filme da anteestreia a que fomos convidados para comparecer ontem.
Gostei, fiquei bem disposta.
Pena a amiga X. nao ter conseguido convite.
Hugh Grant já com umas rugazitas porque os 40 e tal não perdoam.
Apesar das falhas em que o amigo R. reparou, (dom que eu ainda não desenvolvi) eu gostei do filme e sobretudo da música e da boa disposição.
Aqui deixo o trailer.

Chochinha

Que chochinha que tou hoje.
De manhã já acordei mal disposta e com diarreia.
Acentou-se ao longo da manhã, o que fez com que estivesse a olhar para o infinito no trabalho.
Decidi então vir para casa.
Mas bolas que me doem imenso os intestinos.
Até agora não vomitei mais, vamos ver...

Aiiiiiiiiiii